Muitas pessoas dizem que o livro "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carroll é infantil. Pára! É nada!
Esse livro é um dos mais completos em relação a comportamento humano conhecido. A única coisa é que no livro tudo é camuflado. Igualzinho a gente.
Por exemplo, ao analisarmos nossa rotina corporativa lidaremos com vários "personagens" que aparecem no livro. Quem não tem um supervisor "Coelho Branco" ("olha a hora, você atrasou 2 minutos"), ou "Gato Risonho" (aquele amigo que é sarcástico, que já manja da empresa e vai te dando as dicas, nunca deixando você fazer merda), ou então as "Cartas" (que ficam atrás do chefe o tempo todo, bajulando-o e fazendo tudo o que ele quer), e quem não teve um chefe "Rainha" (Cortem-lhe a cabeça)?
Trabalhar é cada vez mais difícil, relacionar-se no trabalho então, praticamente impossível.
É por isso que as vezes faço de conta que estou no livro de Lewis Carroll, me enfio na toca do coelho (lê-se: sala) e fico lá, quietinha, até esperar a água abaixar.
Que saudade do "Chá da Tarde" e da "Chapeleira Maluca", a gente não ganhava, mas que era um monte de loucos, era.
"Comece pelo começo, siga até chegar ao fim e então, pare". – Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas.
Mixtape #4 - Para os corações inquietos
5 dias atrás
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